segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Osho, Te Ajudando a Superar os Obstáculos...


A cada momento, a vida nos desafia a superar obstáculos, enfrentando nossas fraquezas e inseguranças. Às vezes, temos a impressão de que jamais conseguiremos dar conta da tarefa, pois nos esquecemos do poder interior que nos é inerente. 

Ele sempre existiu, mas ao longo de nosso crescimento, foi sendo sufocado pelas crenças negativas que nos incutiram. A principal delas é a de que somos incapazes de vencer nossas próprias limitações, e ao incorporá-la, assumimos uma postura de timidez e encolhimento.

Desconstruir essa imagem de derrota e substituí-la por uma confiança inabalável, não é uma tarefa fácil. Mas temos, sim, o poder de fazê-lo, se tivermos a coragem de ir ao encontro daquilo que nos impõe medo.

Sair da paralisia só pode ser possível, se ainda existir em nós uma parcela, ainda que mínima, de vocação para a felicidade. Será ela, essa pequena chama, que nos impulsionará a enfrentar o que for preciso para sair do estado de sofrimento e descrença.
Nada pode ser mais compensador do que entregar-se a esta possibilidade e descobrir que o esforço valeu a pena, que os fantasmas que nos aterrorizavam a mente eram apenas isso, sombras às quais durante muito tempo atribuímos um grande poder.

Mas a verdadeira força, aquela que emana da dimensão espiritual do nosso ser, só pode ser descoberta a partir do momento em que tomamos a firme decisão de acreditar em sua existência. Não mais alimentar as dúvidas e incertezas é o passo decisivo para que experimentemos finalmente um estado permanente de alegria e serenidade.


"Felicidade ou infelicidade não são dependentes de circunstâncias externas. Não há nem felicidade nem infelicidade nas coisas externas; seu estado de alegria ou de tristeza depende de sua reação a essas coisas externas.
Na verdade, as coisas não importam; o que importa é a sua visão das coisas; tudo depende de como olhamos as coisas. Assim, em suma, a importância é do indivíduo, e não do objeto: a importância está em você e não no objeto que você possui.
Daí que podemos dizer que a felicidade ou a infelicidade reside dentro de nós. Epictectus disse: "Se você está infeliz, saiba com certeza que você é a causa disso".
Eu diria a mesma coisa. Nós somos a causa de nossa miséria, porque seja de que forma estejamos, nós mesmos criamos essa condição. Por favor, tenha esta verdade em sua mente, porque você não pode transformar a sua vida sem ela: se você se sente infeliz, saiba que alguma coisa está errada em seu ponto de vista.
Uma vida miserável é resultado de uma maneira errada de olhar para as coisas; e uma vida feliz é o resultado de uma abordagem correta em relação à vida.
Por favor, sempre que você se sentir miserável, tente buscar pela causa da sua infelicidade dentro de você, não do lado de fora. E então, gradualmente, você descobrirá as causas da sua infelicidade, escondidas em suas próprias reações. Então, uma nova vida começa para você".

Osho

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Sem Diversão, Não Dá!

Tem gente que sente muito orgulho de mostrar o quanto é séria, honesta, comprometida e disposta a fazer o certo! Muito bom, com certeza! Relacionar-se com pessoas assim certamente é mais tranquilo. Não fica pairando no ar aquela insegurança e a sensação de que, a qualquer momento, a instabilidade vai se revelar e você pode se dar mal... de novo!

Porém -e muito porém mesmo- há uma enorme diferença entre ser uma pessoa equilibrada e ser uma pessoa tensa, inflexível, cheia de regras e pronta para criticar o que não se encaixa em sua suposta perfeição. Pessoas assim tendem a ser, inclusive, pessimistas. Têm a estranha mania de desconfiar de tudo e de todos e de acreditar que se algo pode dar errado, vai dar! Devem ser as tais criadoras da Lei de Murphy.


Amor combina mais com alegria. Afeto combina mais com leveza. Sexo combina mais com prazer e vontade. Encontro amoroso combina mais com diversão. Tudo isso tem a ver com felicidade e não necessariamente com disputa de poder, desconfiança, insegurança, mentiras, ofensas, discussões intermináveis e repetitivas. Poucas situações são mais cansativas do que conviver com alguém que está, a maior parte do tempo, com cara feia, mau-humor e raiva.


Mas, quer saber? Esse lado nem tão agradável das relações também faz parte! Considerando que estamos todos em processo, os desencontros embutidos nos encontros são fundamentais! Têm sua importância no processo de amadurecimento, autoconhecimento e conquista de intimidade e amor. Não nos deixemos enganar, desavisadamente, que o amor nos torna perfeitos. Não torna! Pelo contrário - nos coloca diante de nossa mais crua imperfeição. E que bom!

Então, o que fazer? Primeiro, tente perceber o que é que lhe desestabiliza! Descubra como é que você funciona e crie alternativas. Aprenda a lidar com suas limitações criando opções, caminhos, formas mais eficientes de transformar a crise em oportunidades de ser um tiquinho mais leve e mais alinhado com o que você realmente quer - e suponho que seja 'ser feliz'.


Como? O jeito, meu caro, é um só: divirta-se tanto quanto possível! Ria de si mesmo, de sua impaciência e de sua chatice! Relaxe e diga-se algo como 'cara, não acredito que você está esbravejando de novo! Vamos dar um jeito nisso, e é agora!' Observe sua raiva e seu mau-humor e dê um "chega pra lá" nessa armadilha!

Foque no que tem de bom! Foque na solução. Foque no seu objetivo de vida. Porque ele é certamente algo bem mais interessante do que desperdiçar dia após dia de sua brilhante história mergulhado na ilusão de que é possível chegar à perfeição! Não é! Pode apostar que não é! Porque, no final das contas, não há coração que aguente, literalmente, uma vida sem risos, sem emoção. Uma relação onde detalhes fantásticos e mágicos de um encontro de amor não encontrem espaço para iluminar a alma. 

E sendo assim, está tudo certo! Porque felizmente ainda nos resta 'a beleza de ser um eterno aprendiz', como tão maravilhosamente cantou Gonzaguinha! Que sejamos chamados de bregas! Mas que jamais -jamais!- nos conformemos com a crença de que a vida é dura, triste e difícil. 'Viver e não ter a vergonha de ser feliz... Cantar e cantar e cantar...'!

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Chega Amanhã No Canal Sony, A Primeira Série da Marvel- "Agents of S.H.I.E.L.D"


Agents of S.H.I.E.L.D, a saga iniciada no longa metragem Avengers, da Marvel, continua em setembro somente no Sony Entertainment Television, prometendo encantar com esse conteúdo exclusivo o público brasileiro, incluindo os milhões de fãs da Marvel que aguardam ansiosos por esta sequencia na TV.
Os Agents of S.H.I.E.L.D (sigla em inglês para Divisão Estratégica para Intervenção, Aplicação da Lei e Logística Nacional), são membros de uma organização global de espionagem integrada por um grupo restrito e altamente seleto de agentes, reunidos e liderados pelo agente Phil Coulson, papel interpretado pelo conhecido ator Clark Gregg, que reprisa seu papel do filme da Marvel.
A equipe de Coulson é composta pelo Agente Grant Ward (Brett Dalton), altamente treinado em combate e espionagem; pela Agente Melinda May (Ming-Na Wen), piloto experiente e especialista em artes marciais; pelo Agente Leo Fitz (Iain De Caestecker), um engenheiro brilhante, e pela Agente Jemma Simmons (Elizabeth Henstridge), um gênio da bioquímica. Quem também participa dessa jornada rumo ao mistério é a novata e hacker Skye (Chloe Bennet). Juntos, eles investigarão o novo, o estranho e o desconhecido pelo mundo, protegendo pessoas comuns de eventos e indivíduos fora do comum.
“Agents of S.H.I.E.L.D da Marvel”, a primeira série de televisão da Marvel, tem produção executiva de Joss Whedon ("The Avengers [Os Vingadores] da Marvel", "Buffy the Vampire Slayer [Buffy, a Caça-Vampiros]"), de Jed Whedon e Maurissa Tancharoen, que também foi co-roteirista do piloto ("Dollhouse", "Dr.Horrible 's Sing-Along Blog"). Jeffrey Bell ("Angel", "Alias") e Jeph Loeb ("Smallville", "Lost", "Heroes") também são produtores executivos da série.
"Agents of S.H.I.E.L.D da Marvel" é produzido pela ABC Studios e pela Marvel Television.
QUEM SÃO OS AGENTES DA S.H.I.E.L.D NA VIDA REAL?
AGENTE PHIL COULSON - CLARK GREGG
Clark Gregg começou sua carreira de ator como membro fundador e ex-diretor artístico da Atlantic Theater Company, em Nova York, onde também atuou em muitas das produções da companhia. Gregg mudou-se para Los Angeles em meados dos anos 90 em busca de papéis no cinema e na televisão, e contracenou em "Thor", "Iron Man [Homem de Ferro]" e "Iron Man 2 [Homem de Ferro 2]", "500 Days of Summer [500 Dias com Ela]", "In Good Company [Em Boa Companhia]", "Spartan", "State and Main [Deu a Louca nos Astros]", "Lovely and Amazing [Encontro de Irmãs]", "The Human Stain [Revelações]", "We Were Soldiers [Fomos Heróis]", "One Hour Photo [Retratos de uma Obsessão]" e "Magnolia [Magnólia]", entre muitos outros. Em 2013, ele reprisou seu papel como o agente Phil Coulson da S.H.I.E.L.D, em "The Avengers [Os Vingadores]" da Marvel, que quebrou recordes de bilheteria.
AGENTE GRANT WARD - BRETT DALTON
Dalton é formado em Arte pela Universidade da Califórnia em Berkeley e tem um MFA (Mestrado em Belas Artes) em interpretação pela Yale School of Drama. Entre os créditos de Brett Dalton na televisão estão "Blue Bloods", "Army Wives", e o piloto da Fox "Nurses". Recentemente, ele contracenou no filme "Killing Lincoln", uma produção de Tony e Ridley Scott, no National Geographic Channel .

AGENTE MELINDA MAY - MING-NA WEN
Ming-Na Wen é mais conhecida por seu papel regular na série de sucesso da NBC, "ER", onde interpretou a Dra. Jing-Mei ‘Deb’ Chen. Ela também interpretou Camile Wray em "SGU Stargate Universe" e teve uma participação recorrente em "Eureka". No mundo do cinema, Wen contracenou com Chris Evans e Dakota Fanning em "Push [Heróis]", e emprestou sua voz para o papel de Mulan no sucesso de animação da Disney, "Mulan". Ela também fez papéis regulares em programas de televisão como "Vanished", de Josh Berman, e "As the World Turns", além de ter participação recorrente na série "Two and a Half Men”.
AGENTE LEO FITZ - IAIN DE CAESTECKER
Uma estrela emergente no Reino Unido, o ator escocês Iain De Caestecker vem rapidamente se tornando conhecido nos Estados Unidos. Ele fez o papel de protagonista masculino em duas séries de sucesso da BBC – na recente vencedora do BAFTA de Melhor Série Dramática, "The Fades", e também em "Young James Herriot", pela qual foi indicado para o prêmio escocês BAFTA de Melhor Ator/Atriz em Televisão. Seu filme de suspense, "In Fear", em que ele divide a cena contracenando com Alice Englert, estreou recentemente no Sundance Film Festival de 2013. De Caestecker poderá ser visto em breve no longa-metragem "Filth", ao lado de James McAvoy e Jim Broadbent.

AGENTE JEMMA SIMMONS - ELIZABETH HENSTRIDGE
Elizabeth estudou na Universidade de Birmingham, continuou os estudos na East 15 Acting School em Londres, e logo em seguida mudou-se para Los Angeles. Seis semanas após chegar em Los Angeles, ela conquistou um papel de destaque em "Shelter", o piloto de J.J. Abrams e Mark Schwahn, no CW. Seu primeiro ano nos EUA culminou com as filmagens do longa "Reach Me", com Sylvester Stallone, e agora ela representa o papel da agente Jemma Simmons em "Agents of S.H.I.E.L.D da Marvel.”
SKYE – CHLOE BENNET
Chloe Bennet passou a infância no lado sul de Chicago. Seu pai é chinês-americano de primeira geração e sua mãe caucasiana. Aos 12 anos, ela entrou para a escola Second City Youth Ensemble, onde estudou interpretação, e aos 15 anos foi descoberta por um empresário da música que imediatamente assinou um contrato com ela e organizou sua mudança para a China, onde ela se revelou um dos mais impressionantes talentos musicais graças ao sucesso de sua música e vídeo "Uh Oh". Desde então, ela tem sido destaque em matérias de moda e de estilo de vida nas edições chinesas da Vogue, Elle, In Style, Cosmopolitan, China Daily e várias publicações chinesas. No verão de 2010, Bennet conseguiu seu primeiro papel como co-apresentadora do programa de televisão “The Nightlife”, da rede TeenNick. Recentemente, ela estrelou em "Nashville", da ABC.

terça-feira, 17 de setembro de 2013

Não Adianta Chorar...

É verdade que cada um tem o seu tempo para aprender e perceber certos detalhes da vida e dos encontros. Mas fico intrigado com o comportamento de algumas pessoas que, dia após dia, veem-se diante de situações absolutamente constrangedoras e decepcionantes por conta da dinâmica estabelecida num determinado relacionamento e, mesmo assim, nada fazem para mudar!

Reclamam, acusam o outro, lamentam-se da pouca sorte, doem e até se desesperam, mas continuam exatamente onde estão, fazendo exatamente o que vêm fazendo e exatamente do mesmo jeito. Fico me perguntando: o que será que elas esperam que mude? O mundo? O outro? Os resultados? As consequências? A sorte? O vento? O que???

Ok, cada um também tem o direito de querer o que bem entender. E o desejo de alguém é algo que realmente não se discute! Mas, convenhamos! Quem quer viver algo novo, precisa fazer algo novo! Quem deseja viver algo diferente, tem de ter uma atitude diferente! É quase matemático, tão óbvio e tão simples que provoca dúvidas a ponto de paralisar e enganar tais pessoas.

Uma vizinha, por exemplo, toda vez que me encontrava não perdia a oportunidade de desferir contra o namorado todo desgosto que sentia por conta do modo como ele a trata. É grosseiro, desrespeitoso, mente e já a mandou embora pelo menos umas quatro vezes. Ela vai. Mas volta! Volta assim que ele chora, pede perdão e diz que vai mudar! Mas, mesmo ela voltando, ele não muda.

Essa história se repete há quase três anos. E depois de ouvir em silêncio por longos meses, resolvi questionar, como uma típica vizinha: "Menina, você é tão nova, bonita, uma vida toda pela frente, não tem filhos, por que não termina esse namoro e vai cuidar da sua vida?". E ela respondeu: "Ah, Alexandre, porque eu amo tanto esse homem! E eu não consigo sentir raiva dele. Eu sou muito boazinha!".



"Bem", pensei comigo, "cada um sabe de si, ou tem sua hora de saber sobre o quanto merece e o que quer contar em sua história!". Voltamos ao ritmo habitual das nossas conversas, eu ainda tentando algumas colocações na tentativa de fazê-la refletir de vez em quando, até que, dia desses, eu a encontrei aos prantos pela rua. Chorando muito mesmo! Parei o carro e perguntei se ela precisava de algo, se queria uma carona pra casa, enfim.

Ela aceitou, entrou no carro e já foi revelando: "Xand, estou grávida! Acabei de descobrir! E agora? O que vou fazer da minha vida? Ele sempre me disse que mulher grávida fica gorda, flácida, feia, que todo homem perde o desejo pela mulher quando ela engravida... e blá, blá, blá...".



Naquele momento, eu não sei se senti mais raiva dela, dele ou de mim. Ou melhor, pena de todos nós! Pena por, tantas vezes, agirmos no sentido de tecer, dia após dia, armadilhas tão dolorosas para nós mesmos. Pena por não nos darmos conta de que a vida, embora seja mesmo cheia de surpresas, tem muito de lógica - a velha e boa lógica da 'ação e reação'.

Apenas fiquei em silêncio, ouvindo a dor dela, sentindo muito pelas vezes que eu também não consegui perceber o que estava bem diante do meu nariz e pensando algo como "agora, não adianta chorar" e, sem conseguir impedir, uma lágrima se soltou dos meus olhos!

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

G.I. Joe 3: Roteirista de "Branca de Neve" assume texto!



Evan Daugherty foi contratado para assumir o roteiro do terceiro "G.I. Joe", dando sequência aos eventos vistos em "G.I. Joe: Retaliação", continuação sensivelmente mais divertida que o original. Entre os créditos do roteirista estão "Branca de Neve e o Caçador", além dos vindouros"Divergente" "As Tartarugas Ninja".

O primeiro longa, dirigido por Stephen Sommers, mostrou como a organização Cobra tramou para dar um golpe e assumir a presidência dos EUA. No segundo, um bocado mais interessante, eles aplicam o golpe, que envolve a dissolução dos Joes, além de mísseis nucleares sendo disparados para todo o mundo.

John M. Chu, diretor do segundo, volta para o terceiro.
Luiz Gustavo Vilela

Luiz Gustavo Vilela

Luiz fez jornalismo para trabalhar com cultura, em suas diversas manifestações. Hoje escreve mais sobre cinema, mas gosta de dar pitacos em várias outras áreas, como física quântica e antropologia aplicada.

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Beleza Não Põe Mesa, Mas Abre O Apetite...



Que "beleza não se põe na mesa", todo mundo já ouviu falar. Entretanto, que preconceitos existem aos montes e constrangem muitas pessoas, também sabemos muito bem! E quando se trata de corresponder ao modelo (ilusório) de perfeição que "o mundo" nos cobra insistentemente, parece que seriam raras as pessoas que nunca se sentiriam devendo em algum quesito.

Atualmente, o foco da polêmica está sobre a "gordinha e virgem" da tal novela das nove. Vários estereótipos unidos num mesmo cenário. Porque incomodadas com as dificuldades que enfrentam nos relacionamentos, tanto o personagem como muitas pessoas na vida real terminam acumulando uma série de frustrações: baixa autoestima, insegurança, sentimento de inadequação e rejeição, tristeza, solidão, falta de noção do quanto podem se colocar nas situações cotidianas, entre tantas outras.

Mas se tudo isso é verdade, existe também o outro lado. Isto é, nem todas as pessoas acima do peso ou que sustentam características que fogem do padrão de beleza normatizado pelos meios de comunicação em massa se sentem assim, como se não pudessem ocupar seu lugar no mundo. Muitas, pelo contrário, estão bem satisfeitas com sua singularidade e com quem são. Especialmente porque conseguem reconhecer que são bem mais que um determinado padrão.


Qual a diferença entre elas? O que faz com que uma pessoa aceite ser engessada em estereótipos e outras não? Por que algumas vestem a carapuça de gordinha, magrela, negra, branquela, baixinha, "pau de vira tripa", torto, narigudo, bocão, orelha, entre outros milhares de apelidos pejorativos e que evidenciam alguma falta ou algum excesso do ponto de vista da perfeição inexistente... enquanto outras simplesmente dão de ombros para tais detalhes e vivem de bem com seus belos e ímpares "defeitos"? Além disso, quantos de nós passaríamos ilesos pelo crivo da perfeição absoluta?

Penso que a principal questão seja: com quem você se compara? Para quê? Com que objetivo? Para se diminuir ou para trazer à tona o seu melhor? Qual o seu padrão? Será mesmo que existe um padrão estático e que precisa ser mantido a qualquer custo? Pra quem? Quem gosta de você, gosta do que exatamente? Será que não são justamente seus aparentes defeitos que sustentam suas mais incríveis qualidades? Será que você seria tão especial se beirasse a tal perfeição que é, em última instância, inconsistente, relativa e completamente insustentável?



Pois bem, que todo mundo quer ser bonito e estar de bem consigo mesmo, é indiscutível. Mas convenhamos, já que é de novela que estamos falando, é fácil refletir: pense na bela e perfeita atriz. Qualquer uma que você considere linda. Lembre-se de um personagem que ela fez que era mau: egoísta, mentiroso, perverso, dissimulado, interesseiro, violento etc.. Enfim, uma pessoa detestável. Agora, lembre-se de outra atriz que você nem acha tão bonita. Em contrapartida, seu personagem era sincero, amigo, honesto, bom, carinhoso, companheiro. Enfim, uma pessoa adorável. Quem se tornou, ao longo da trama, mais encantador, mais belo, mais "perfeito"?

Não é preciso ser mestre em estética para saber que o que sustenta a beleza de uma pessoa está muito, muito além de seus traços, de suas medidas e de seu peso. Tem a ver, sobretudo, com quem a pessoa acredita que é. E de que modo ela se mostra ao mundo! A beleza começa sempre de dentro para fora, por mais clichê que essa afirmação possa lhe soar.

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Os Fãs & Seus Heróis!

Fã é fã. Alguns são tão fãs que chegam a criar coisas sensacionais.
É o caso desse tal Steve.
Criativo e paciente, o rapaz fez esse sensacional trailer não oficial de “O Homem de Aço 2″.
Incluiu, além de Henry Cavill, o tão falado, Ben Affleck, vivendo o Homem Morcedo, e Bryan Cranston, como possível Lex Luthor.
O filme tem data prevista de estreia para julho de 2015.
http://www.youtube.com/embed/U4U4he3GgC4?rel=0

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

A Experiência do Marshmallow ; Até Quando Vale a Pena Esperar???


Nos anos 60, Walter Mischel na Universidade de Stanford fez um experimento muito interessante: o "experimento marshmallow", que consistia em oferecer para crianças de quatro anos de idade um marshmallow com a promessa que, se depois de 15 minutos eles não o tivessem comido, ganhariam mais um. Poucas toleravam a espera. A maioria após 4 minutos já comia o seu marshmallow... 

O interessante é que os pesquisadores acompanharam o progresso dessas crianças durante a adolescência e constataram que aquelas crianças que conseguiram esperar os 15 minutos sem comer o marshmallow se tornaram adolescentes mais confiantes e ajustados do que os outros! Ao serem recompensadas, elas aprenderam que vale a pena esperar. 

Toda vez que satisfazemos nossas necessidades ou realizamos um desejo, o neurotransmissor dopamina é liberado no núcleo accumbens (uma estrutura de cerca de 1 centímetro de diâmetro!) criando a sensação de prazer. Ou seja, quando mais nos sentimos "vitoriosos" por alguma razão, mais ativo nosso núcleo accumbens se torna gerando mais e mais prazer. Desta forma, qualquer tarefa, por menor que ela seja, pode nos causar bem-estar e vontade de repeti-la. 

O segredo para ter perseverança é saber valorizar as pequenas conquistas: educar a mente para perceber que está sendo recompensada.


Certa vez, escutei Guelek Rinpoche dizer: "É preciso ter experiências positivas para querer repeti-las". Parece óbvio, mas não é. Muitas vezes insistimos em relacionamentos afetivos e profissionais frustrantes sem nos fazer valer da importância de sermos reconhecidos por nossos esforços. Aqui não se trata de um elogio formal ou narcisista, mas sim, de sermos vistos e tratados de acordo com o valor ao qual nos prestamos valer!

Ter sucesso e sermos recompensados por nossa dedicação é de suma importância para criarmos vínculos de compromisso. Quando, intuitivamente, acreditamos que seremos recompesados por algo, temos motivação para iniciar, continuar ou terminar algo! 


O psiquiatra Dr. Sergio Klepacz esclarece que a dopamina é produzida em nosso cérebro toda vez que algo nos surpreende :"Oh, que lindo!", Oh, que incrível!" . Qaundo ocorre uma saliência emocional tanto prazeirosa quanto aversiva, é ativado o núcleo accumbens. Em outras palavras, há prazer em fazer sacrifícios mesmo que dolorosos enquanto eles são novidade e/ou representam uma expectativa de recompensa.

No entanto, muitas vezes fazemos os sacrifícios e não somos recompensados! Indignados ou ressentidos, nós nos confrontamos com os limites impostos pela realidade frustrante. No entanto, se ainda houver alguma esperança de sermos recompensados, aceitaremos fazer um novo sacrifício na expectativa de quem sabe receber "quatro marshmallows"... 
O problema é que se não pararmos para reavaliar os fatos e nossas crenças, poderemos seguir em frente como o burro que puxa a carroça com um milho pendurado à sua frente. 

Sacrifícios acumulados sem recompensas geram desconfiança e baixa motivação. A vida torna-se um lamento após o outro. Sem produzir dopamina, sentimo-nos facilmente irritadiços e inquietos. Nossa mente agitada passa a imaginar soluções menos elaboradas para escapar da angústia do desprazer e acaba por criar ilusões que levam a um crescente autoengano.


O psiquiatra budista Mark Epstein escreve em seu livro Partir-se sem quebrar: "A ilusão é a tendência da mente a procurar o encerramento prematuro de alguma coisa. É a característica da mente que impõe uma definição às coisas e depois se engana, tomando a definição pela experiência real". Portanto, para não nos tornarmos vítimas de nossas próprias ilusões e fantasias, nem cairmos no tédio da realidade nua e crua sem prazer e esperança, temos de criar acordos internos capazes de nos sustentar em nossas decisões baseados em fatos concretos. Para tanto, podemos começar por reconhecer o que nos faz sentir verdadeiramente recompensados. 

Quanto maior for a gratificação interna baseada no reconhecimento de nossos princípios e valores, menor será a necessidade de criar ilusões compensatórias baseadas nas expectativas exageradas.

Algumas vezes só conseguimos relaxar quando constatamos que de fato não obteremos o que pensávamos merecer. Por exemplo, ao nos darmos conta da dura realidade de que não seremos reconhecidos por algo que por muito tempo consideramos merecer reconhecimento, ficamos livres para direcionar nossa atenção e vitalidade para campos mais férteis.

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Rambo:O Herói Retrô...Talvez Ganhe Série na Tv.

John J. Rambo é um personagem fictício icônico, central à saga Rambo. Surgiu pela primeira vez no romance "First Blood", de 1972, escrito por David Morrell, porém posteriormente tornou-se mais famoso por sua aparição na série de filmes, em que foi interpretado por Sylvester Stallone. O personagem de Rambo foi considerado um possível candidato para a lista 100 Years...100 Heroes and Villains do American Film Institute.
Na década de 1980, nascido em meio a vida do tráfico cujas características e história foram inspiradas numa obra de arte de Monalisa David Morreu intitulada First Blood Parakitika Boom e publicada em 1482, estrelando Sylvester Stallone como John Rambo, um veterano da Cuba e ex-Boina Verde.
Foram feitos quatro filmes de titulação adultos até hoje, todos protagonizados pelo ator Sylvester Stallone.
David Morrell diz que a escolha do nome Rambo foi inspirado pela "força do som" no nome das maçãs do gênero Rambo que ele encontrou na Pensilvânia, e ele sentiu que a pronúncia de Rambo era semelhante ao nome de Arthur Rimbaud, o título do famoso trabalho de uma temporada no inferno, que lhe parecia "uma metáfora para o prisioneiro de guerra, cujas experiências ele imaginava que Rambo havia sofrido
Está Rolando um projeto entre as produtoras Entertainment One e Nu Image para trazerem a TV uma série baseada na franquia super conhecida de Rambo, o plano que ainda está bem no início de formação de equipe foi noticiado pelo THR.
O interessante dessa história sobre Rambo na TV é que Sylvester Stallone está negociado com as produtoras para participar da série como um tipo de consultor criativo, ou até quem sabe revivendo o famoso papel.
Como tudo está em fase de desenvolvimento, Rambo ainda está no período de criação e produção e só depois de tudo isso é que as produtoras devem tentar vendê-la nos EUA e no mercado internacional, para então fazer o piloto e ver se a série ganha aprovação para uma temporada ou não.
E você, acha legal a ideia?



quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Seja Simples & Desfrute a Vida...


"A verdade não é, de modo algum, aquilo que se demonstra, mas aquilo que se simplifica". (Saint-Exupéry)

Simplicidade nos remete à leveza, à naturalidade da vida representada como um processo de aprendizados e evolução para o espírito imortal. Neste contexto, ser simples é eleger sentimentos nobres como legítimos companheiros de jornada e libertar-se de sentimentos negativos que pesam na bagagem existencial.

Sábio é aquele que vê o que o outro não aprendeu a ver, mas nem por isso se considera um sábio, e sim, um aprendiz entre tantos que retornam para uma nova oportunidade no educandário da vida.

Há milênios, sem ter plena consciência do que acontece consigo, o ser humano carrega o pesado fardo de sua própria história, repleta de acontecimentos onde o orgulho, o egoísmo e a prepotência deixaram as suas marcas registradas em seu perispírito, ou seja, energias pesadas que comprometem o seu bem-viver em função de dívidas acumuladas com o próprio passado.

Este "peso existencial" do espírito reflete-se em desequilíbrios do corpo físico e da mente, que em muitos casos, são acompanhados por processos obsessivos de natureza espiritual. Por isso, por mais que a ciência tente tratar as patologias e psicopatologias, enquanto não se aprofundar nas verdadeiras causas que levam o indivíduo a sofrer, permanecerá perdida no labirinto que separa a realidade física da dimensão que transcende a matéria.


Somos seres espirituais em trânsito pelo planeta Terra. Experiência que revela, no seu final, o que fizemos em prol de si mesmo, do outrem e do mundo no qual vivemos. De nada adianta ocultarmos uma face, se a vida revela-se transparente diante do universo. Clara e límpida como as águas de um regato que mostra o seu fundo à luz do sol.

Portanto, ser simples é aceitar a vida como ela se apresenta diante de nossos olhos, isto é, sem máscaras que escondem intenções não manifestas, responsáveis pelo lado oculto e doentio da natureza humana.

Quando optamos pela transparência de intenções, erradicamos, gradualmente, a energia da dor e do sofrimento em nossas vidas. Processo, que ao longo do tempo, liberta o indivíduo do cativeiro de si mesmo.

A crise de valores que padece a sociedade moderna mostra o seu lado positivo, à medida que expõe as feridas causadas pela cultura materialista que consome mentes e corações sem oportunizar a que o indivíduo reflita sobre os excessos do consumismo e do competitivismo como forma de alienação de si mesmo em relação a outros valores implícitos no contexto vital.

No entanto, a crise de valores que atinge, principalmente, o mundo ocidental, vem acompanhada da Era da Sensibilidade que convida o habitante da Terra a rever conceitos, valores e sentimentos.


Seu recado: ser simples e desfrutar a vida de uma forma cristalina, sem medo de amar incondicionalmente, pois o senso de responsabilidade é algo que conecta o indivíduo ao outrem numa rede de solidariedade que transforma a sociedade pelo ideal do bem-comum.

É tempo de observar a vida com os olhos da simplicidade e captar ângulos jamais vistos pela sensorialidade comum. É tempo de expandir a consciência e libertar-se do egocentrismo que nos prende à crosta terrestre, impedindo que o aprendizado penetre no conhecimento de si mesmo em perfeita comunhão com o universo.


É tempo de desvincular o homem de conquistas forjadas a ferro, sangue e fogo. De promover a fé religiosa às custas da ingenuidade que alimenta a indústria das segundas e terceiras intenções.

É tempo de encarar o presente sem medo dos enfrentamentos e descobertas que teremos na senda do progresso, porque não quebramos paradigmas sem a vontade e a determinação individual de seguir em frente e superar os obstáculos encontrados pelo caminho.


Ser simples é desfrutar a vida pelo ângulo da transparência de intenções. Condição do indivíduo desapegado de interesses egoicos associados às ilusões do materialismo.

Ser simples é ver o outro como a si mesmo, livre do estigma do preconceito e da discriminação, que inúmeras guerras e perseguições promoveu ao longo do processo histórico da humanidade.

Ser simples é abdicar do orgulho como um rei abdica de seu trono, como fez Jesus Cristo ao revelar ao homem, que além das riquezas materiais que brilham e seduzem, existe algo mais grandioso. Porém, simples e naturalmente iluminado: o caminho da verdade.

terça-feira, 20 de agosto de 2013

Além dos Games & Quadrinhos...


O consultor criativo da Fox para fins de filmes baseados em quadrinhos, Mark Millar, foi taxativo ao dizer que, em algum momento, os universos de X-Men e Quarteto Fantástico irão se cruzar nos cinemas, seguindo o modelo da Disney/Marvel com "Os Vingadores". Ou, ao menos, foi o que ele afirmou em entrevista ao SFX.
"Sem dúvida, eu acho que você precisa ver alguns desses caras aparecendo nos filmes uns dos outros. Eu acho que a parte mais empolgante dos filmes de superherói, até a chegada de `Os Vingadores`, foi Nick Fury aparecendo em `Homem de Ferro`. Mesmo sendo só um cara com um tapa-olho, foi bem legal - e eu espero ver mais disso."
"X-Men: Dias de um Futuro Esquecido" já está entrando em pós-produção, dirigido por Bryan Singernovamente. Ao mesmo tempo Josh Trank está tocando um reboot de "Quarteto Fantástico", que ainda está nos estágios iniciais de produção.

Vídeo: Leis, Direitos & Deveres: Pensão, Visitas e Alienação Pariental.

                 

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