segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

E o pior é que precisamos de heróis...





Nós, nós não temos heróis. Nem jamais os tivemos. Afinal, para que servem os heróis e suas estátuas de granito ou mármore negro, seus cavalos de bronze, suas medalhas barrocas e as espadas que não passam de metáforas?
Para que servem os heróis se o ácido da chuva desdenha da glória dos homens e nem os pássaros se importam com eles?
Para que servem os heróis se nem sabe quem somos nem jamais ouviram falar dos nossos mitos e utopias?
Infeliz do país que necessita de heróis.

sábado, 5 de dezembro de 2015

Morre Marília Pêra!

Marília Marzullo Pêra (Rio de Janeiro22 de janeiro de 1943 – Rio de Janeiro5 de dezembro de 2015) foi uma atrizcantora e diretora teatral brasileira.
Além de interpretar, Marília cantava, dançava e atuava também como coreógrafa, produtora e diretora de peças e espetáculos musicais.Filha dos atores Manuel Pêra e Dinorah Marzullo, Marília pisou no palco de um teatro pela primeira vez aos quatro anos de idade, ao lado dos pais, que integravam o elenco da companhia de Henriette Morineau.
Dos 14 aos 21 anos atuou como bailarina e participou de musicais e revistas, entre eles, Minha Querida Lady (1962), protagonizado por Bibi Ferreira. Segundo Marília, ela passou porque os diretores estavam procurando alguém que poderia fazer acrobacias, o que era raro naquela época.[1] Outras peças como: O Teu Cabelo Não Nega (1963), biografia de Lamartine Babo, no papel de Carmen Miranda. Voltaria a viver o papel da cantora no espetáculo A Pequena Notável (1966), dirigido por Ary Fontoura; no A Tribute to Carmen Miranda no Lincoln Center, em Nova Iorque (1975), dirigido porNelson Motta; na única apresentação A Pêra da Carmem no Canecão em 1986, em 1995 e no musical Marília Pêra canta Carmen Miranda (2005), dirigido por Maurício Sherman.
A primeira aparição na televisão foi em Rosinha do Sobrado, na Rede Globo, em 1965) e, em seguida, em A Moreninha. Em 1967 fez sua primeira apresentação em um espetáculo musical, A Úlcera de Ouro, de Hélio Bloch.
Em 1969, conquistou grande sucesso no papel da protagonista do drama Fala Baixo Senão eu Grito, com direção de Clóvis Bueno, primeira peça teatral da dramaturga paulista Leilah Assumpção. Pela interpretação da complexa personagem Mariazinha, solteirona virgem que vive em um pensionato de freiras, Marília recebeu o prêmio Molière e também o prêmio da Associação Paulista de Críticos Teatrais (APCT) (atual Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA)). Seu futuro marido Paulo Villaça interpretou do ladrão que numa noite pula a janela do quarto com a intenção de roubar. Na conversa entre os dois, que dura a noite toda, a solteirona revela ao público e a si mesma suas frustrações.
Em 1964, Marília derrotou Elis Regina num teste para o musical Como Vencer na Vida sem Fazer Força, ambas ainda não eram conhecidas na época.[1] Logo depois, em 1975, gravou o LP Feiticeira, lançado pela Som Livre.
Marília é a atriz que mais atuou sozinha nos palcos, conseguindo atrair o público infantil para a difícil arte do monólogo. Além de Carmen Miranda, desempenhou nas telas e no palco papéis de mulheres célebres, como Maria CallasDalva de OliveiraCoco Chanele a ex-primeira dama do Brasil Sarah Kubitschek. A estreia como diretora aconteceu em 1978, na peça A Menina e o Vento, de Maria Clara Machado.
Em declaração feita ao Fantástico em 2006, pegando carona no sucesso de sua personagem Milú, na novela Cobras & Lagartos, Marília relatou sobre a carreira e disse que não suporta contracenar com atores de mau hálito e chulé. Ela comentou que há muitos atores que não se preocupam com a higiene, sem citar nomes (foi uma indireta para seu par romântico na novela, Herson Capri). Marília alega que nunca se achou bonita e que sempre foi desengonçada.
Nos anos 60, chegou a ser presa durante a apresentação da peça Roda Viva (1968) de Chico Buarque e obrigada a correr nua por um corredor polonês . Foi presa uma segunda vez, visto que era tida como comunista, quando policias invadiram a residência, assustando a todos, inclusive o filho de sete anos, que dormia.
Em 1992, apresentou o musical Elas por Elas, para a TV Globo. Ao lado da cantora Simone  e de Cláudia Raia tornou público o apoio ao candidato Fernando Collor de Mello, nas eleições de 1989.
Em 2008, foi protagonista do longa-metragemPolaróides Urbanas, de Miguel Falabella, onde interpreta duas irmãs gêmeas.
Em 2009, foi escalada para viver a hippie Rejane Batista na minissérie Cinquentinha, de Aguinaldo Silva. Após várias cenas gravadas, a atriz desistiu do papel, causando mal estar nos corredores da TV Globo. No lugar de Marília, entrou a atriz Betty Lago que se encaixou perfeitamente no papel, sendo muito elogiada pela crítica. Algumas notícias dizendo que o motivo para não querer seguir com a interpretação foi não se sentir à vontade com o papel, circularam na época.
Desde abril de 2010 integra o elenco da série A Vida Alheia, de Miguel Falabella, na Rede Globo, como Catarina.
Em janeiro de 2013, ocorreu a estreia do seriado Pé na Cova, em que Marília Pêra interpreta Darlene, que é maquiadora da funerária do ex-esposo Ruço (Miguel Falabella), e que vive no subúrbio.[1] Em abril de 2014, por conta de problemas pessoais, a atriz deixou o seriado , retornando às gravações no dia 11 de junho de 2014. 
No carnaval de 2015, Marília foi homenageada pela Escola de Samba Mocidade Alegre, de São Paulo. Em agosto do mesmo ano, ela foi a grande homenageada do Festival de Cinema de Gramado, onde recebeu o prestigiado Troféu Oscarito.

Vida familiar

Casou-se pela primeira vez aos dezessete anos, com o músico Paulo Graça Mello, morto num acidente de carro em 1969. Aos dezoito, foi mãe do também ator Ricardo Graça Mello. Mais tarde, foi casada com o ator Paulo Villaça, seu parceiro em Fala Baixo Senão Eu Grito, e com Nelson Motta, com quem teve as filhas Esperança e Nina. Era casada, desde 1998, com o economista carioca Bruno Faria.
Marília era irmã da atriz Sandra Pêra, neta da atriz Antônia Marzullo e sobrinha do ator Abel Pêra.

Morte

Faleceu em seu apartamento em Ipanema, no Rio de Janeiro, no dia 5 de dezembro de 2015. Em seus últimos meses de vida, a atriz lutava contra um câncer de pulmão. Ela passara o ano em tratamento médico, segundo informações dos familiares, combatendo um desgaste nos ossos do quadril, o que a fez se afastar do trabalho. Corpo da atriz foi sepultado à tarde, em meio a grande emoção e aplausos, no Cemitério de São João Batista, no Rio de Janeiro

sábado, 28 de novembro de 2015

Somos Apaixonáveis!


Não importa onde você parou,
em que momento da vida você cansou,
o que importa é que sempre é possível
e necessário "Recomeçar". 
Recomeçar é dar uma nova 
chance a si mesmo.
É renovar as esperanças na vida
e o mais importante:
acreditar em você de novo.



Sofreu muito nesse período?
Foi aprendizado.



Chorou muito?
Foi limpeza da alma.



Ficou com raiva das pessoas?
Foi para perdoá-las um dia.



Sentiu-se só por diversas vezes?
É por que fechaste a porta até para os outros.



Acreditou que tudo estava perdido?
Era o início da tua melhora.



Pois é!
Agora é hora de iniciar,
de pensar na luz,
de encontrar prazer nas coisas simples de novo.



Que tal um novo emprego?
Uma nova profissão?
Um corte de cabelo arrojado, diferente?
Um novo curso,
ou aquele velho desejo de apender a pintar,
desenhar,
dominar o computador,
ou qualquer outra coisa?



Olha quanto desafio.
Quanta coisa nova nesse mundão
de meu Deus te esperando.



Tá se sentindo sozinho?
Besteira!
Tem tanta gente que você afastou
com o seu "período de isolamento",
tem tanta gente esperando apenas um
sorriso teu para "chegar" perto de você.



Quando nos trancamos na tristeza nem
nós mesmos nos suportamos.
Ficamos horríveis.
O mau humor vai comendo nosso fígado,
até a boca ficar amarga.




Recomeçar!
Hoje é um bom dia para começar
novos desafios.



Onde você quer chegar?
Ir alto.
Sonhe alto,
queira o melhor do melhor,
queira coisas boas para a vida.
pensamentos assim trazem para nós
aquilo que desejamos.




Se pensarmos pequeno,
coisas pequenas teremos.



Já se desejarmos fortemente o melhor
e principalmente lutarmos pelo melhor,
o melhor vai se instalar na nossa vida.



E é hoje o dia da Faxina Mental.


Joga fora tudo que te prende ao passado,
ao mundinho de coisas tristes,
fotos,
peças de roupa,
papel de bala,
ingressos de cinema,
bilhetes de viagens,
e toda aquela tranqueira que guardamos
quando nos julgamos apaixonados.
Jogue tudo fora.
Mas, principalmente,
esvazie seu coração.
Fique pronto para a vida,
para um novo amor.



Lembre-se somos apaixonáveis,
somos sempre capazes de amar
muitas e muitas vezes.
Afinal de contas,
nós somos o "Amor".



(Nota: Não é de Carlos Drummond de Andrade)
Paulo Roberto Gaefke

terça-feira, 24 de novembro de 2015

A organização..

Procure a autodisciplina para realizar ao máximo os seus objetivos. Você terá de organizar e administrar ordenadamente todas as suas forças interiores para poder atuar com sucesso seguro em direção à meta. Para manter no tempo os resultados obtidos, deverá persistir e ser sempre constante.

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Lições...






Seu melhor professor é seu último erro.

Devemos agradecer às pessoas que nos fazem felizes: são elas os jardineiros encantadores que fazem nossas almas florescerem.

A vida é como música.Deve ser composta de ouvido, com sensibilidade e intuição.

Antes de procurar Deus em enigmas, olhe a sua volta.

A felicidade não se pode comprar;o amor somente se recebe de graça.

A humildade nos faz mover um pé e a fé o outro: desse modod se caminha sempre em dirteção à graça de Deus.

domingo, 22 de novembro de 2015

*1979-2015+

Metade de mim agora é assim, de um lado a poesia o verbo a saudade, do outro a luta, a força e a coragem pra chegar no fim. E o fim é belo, incerto... depende de como você vê!

sexta-feira, 20 de novembro de 2015

20 de Novembro - Dia da Consiência Negra!


Olhem nos meus olhos...Olhem de novo, não existe Negro, tão pouco branco, amarelo só o sol! Somos todos uma raça: Humana!




E a nossa "Nação Secreta" será conhecida como um sindicato que reergueu muralhas que foram derrubadas pela dor e a decepção, reconstruiremos sonhos interrompidos que chegarão a sua realidade! Grande Abraço, Força & Fé!Eu creio em Jeová, mas mao tenho religião, o Deus único me representa e eu semelhante me represento, sou Cristão...e isso não é religião, isso é modo de vida!



quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Adele - Hello (Tradução)




Hello

Hello
It's me
I was wondering if after all these years
You'd like to meet
To go over
Everything
They say that time's supposed to heal ya
But I ain't done much healing

Hello
Can you hear me?
I'm in California dreaming about who we used to be
When we were younger
And free
I've forgotten how it felt before the world fell at our feet

There's such a difference
Between us
And a million miles

Hello from the other side
I must've called a thousand times
To tell you I'm sorry
For everything that I've done
But when I call you never
Seem to be home

Hello from the outside
At least I can say that I've tried
To tell you I'm sorry
For breaking your heart
But it don't matter, it clearly
Doesn't tear you apart anymore

Hello
How are you?
It's so typical of me to talk about myself
I'm sorry, I hope
That you're well
Did you ever make it out of that town
Where nothing ever happened?

It's no secret
That the both of us
Are running out of time

So hello from the other side
I must've called a thousand times
To tell you I'm sorry
For everything that I've done
But when I call you never
Seem to be home

Hello from the outside
At least I can say that I've tried
To tell you I'm sorry
For breaking your heart
But it don't matter, it clearly
Doesn't tear you apart anymore

Oohh, anymore
Oohh, anymore
Oohh, anymore
Anymore

Hello from the other side
I must've called a thousand times
To tell you I'm sorry
For everything that I've done
But when I call you never
Seem to be home

Hello from the outside
At least I can say that I've tried
To tell you I'm sorry
For breaking your heart
But it don't matter, it clearly
Doesn't tear you apart anymore
Olá

Olá
Sou eu
Eu estava imaginando se após todos esses anos
Você gostaria que nos encontrássemos
Para superarmos
Tudo
Dizem que o tempo supostamente lhe cura
Mas eu ainda não fui completamente curada

Olá
Você pode me ouvir?
Estou na Califórnia sonhando com quem costumávamos ser
Quando éramos mais jovens
E livres
Eu esqueci como era antes do mundo cair aos nossos pés

Há uma baita diferença
Entre nós
E um milhão de milhas

Olá do outro lado
Devo ter ligado umas mil vezes
Lhe dizer que sinto muito
Por tudo o que fiz
Mas quando eu ligo você parece
Nunca estar em casa

Olá do lado de fora
Pelo menos posso dizer que eu tentei
Lhe dizer que sinto muito
Por partir seu coração
Mas não importa, isso claramente
Não lhe deixa mais em pedaços

Olá
Como você vai?
É tão típico de mim falar sobre mim mesmo
Me desculpe, espero
Que você esteja bem
Você já conseguiu sair daquela cidade
Onde nada nunca aconteceu?

Não é segredo
Que nós dois
Estamos correndo contra o tempo

Então olá do outro lado
Devo ter ligado umas mil vezes
Lhe dizer que sinto muito
Por tudo o que fiz
Mas quando eu ligo você parece
Nunca estar em casa

Olá do lado de fora
Pelo menos posso dizer que eu tentei
Lhe dizer que sinto muito
Por partir seu coração
Mas não importa, isso claramente
Não lhe deixa mais em pedaços

Oohh, não mais
Oohh, não mais
Oohh, não mais
Não mais

Olá do outro lado
Devo ter ligado umas mil vezes
Lhe dizer que sinto muito
Por tudo o que fiz
Mas quando eu ligo você parece
Nunca estar em casa

Olá do lado de fora
Pelo menos posso dizer que eu tentei
Lhe dizer que sinto muito
Por partir seu coração
Mas não importa, isso claramente
Não lhe deixa mais em pedaços

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